Não sei se por egoísmo, mas eu quis aquilo. Quis os olhares, os sorrisos, as insinuações. Interpretei erroneamente – ou não – qualquer palavra, qualquer frase pronunciada ou não.
Fantasiei, talvez, e não temo em admitir. Que não haja o dia em que a fantasia me seja tirada. É o que tenho e é o que me importa. As objetividades que tomem seus caminhos, eu quero é subjetividade, duplas interpretações, ambigüidades e confusões. A clareza, aqui, não tem espaço. E assim seja.
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