terça-feira, 14 de outubro de 2008
Six billions people, six billions souls, and sometimes all you need is one. - P. Sawer, OTH.
É o amor mesmo que nos faz querer alguém? Ou será o sentimento de posse? Tudo não fica muito melhor quando na mão dos outros? Com pessoas o mesmo acontece. Você pode não amar uma pessoa quando 'a possui', no entanto, quando ela se distanciar de você, sempre haverá o incômodo, a sensação: 'Como assim? Algo está fora de ordem'. Aí começa o dilema... O que fazer? Manter-se longe ou recuperar o que, até então, era seu, mesmo que por um simples capricho. O 'escorregar das mãos' é o que mais afeta, o que mais é sentido.
É aí que as coisas se confrontam. O amor não é egoísta. O amor é entrega, é doação. Uma relação é sim, é individualista, não há a preocupação com a outra parte, somente com si, só querem saber se não terão que ceder, se terão a SUA liberdade, se não prejudicará as SUAS ambições pessoais, etc.
Visão um tanto quanto pessimista, não? Talvez por isso que eu ache até mais importante do que o ‘amor’, a atração. A atração também é egoísta, ela só quer saciar, satisfazer, assim como uma relação.
domingo, 12 de outubro de 2008
Pessoas são indefinidas e sujeitas a alterações. Nela você sempre encontrará imperfeições que serão mostradas logo no início ou no final, quando você já não espera. Elas sempre te decepcionarão, e cabe a você definir se é ou não 'superável'. Não existem mocinhas e vilãs, e, muitas vezes, as ditas 'boazinhas' podem cometer erros inimagináveis. Algumas você se dará bem logo de cara, e essas poderão permanecer pra sempre, mesmo que não em presença, mas na lembrança. E por tais pessoas você brigará, defenderá e até mesmo se prejudicará. Outras não, seu santo não cruzará e assim será até o final. Ninguém é muito simpático, muito querido ou muito bem humorado. Há pessoas que fingem isso, mas não são. Sempre há dias ruins e momentos de irritação. Quem é amigo de todo mundo não é amigo de ninguém, da mesma forma que quem tem muitos amigos não tem amigo algum. Dedique-se em poucas amizades, mas que façam seu dia valer a pena e que, nas horas difíceis, te ajudem. Também não pense que as pessoas terão as mesmas reações que você, porque elas podem ter uma visão totalmente diferente da sua. Não tente parecer perfeito pra ninguém e muito menos pense que tudo acontece a você, afinal, o mundo não gira ao seu redor e as pessoas não têm que falar só de você. E mais importante, conviva com as diferenças, se não as entender, que pelo menos as respeite, porque ninguém precisa ter o seu modo de pensar, agir ou lidar com as circunstâncias. Ah, acredite e vá até o fim nos seus ideais.
Esse texto já foi escrito a algum tempo e eu, por não saber o que fazer com ele, somente guardei, esperando uma ocasião para usá-lo. É engraçado como, hoje, ele se encaixa perfeitamente.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Nem sempre é 'so easy' se viver...
Você acha que, assim, conseguirá as coisas que quer, não passará dificuldades, mas, com o tempo, vai percebendo que não é assim, que nem sempre o melhor será reconhecido como melhor, nem sempre o mais esforçado conseguirá todos os seus objetivos e, muitas vezes, o contrário acontece, o mais compreensivo será o mais pisado. Quem não está nem aí, será mais bem tratado, quem não agradece nada, terá tudo de ‘mão beijada’.
Experiência própria? Talvez.
Sei que estou totalmente sem vontade de qualquer coisa. É desanimador ver como as coisas andam... Tão erradas, pra mim.
Mas é assim que as coisas acontecem. Tortas, erradas, inusitadas. É mais um obstáculo. Só isso. Passa. Supera. Segue em frente e ele volta, nos abala, nos entristece e é superado. Paciência.
sábado, 27 de setembro de 2008
Avessa aos ponteiros.
Sempre achei que, escrito, tudo é mais... 'fácil'. As palavras saem sozinhas, sem forçar a barra, e é por isso que abri isso aqui.
Sem motivo ou objetivo, cá estou.
Ps¹: Endereço do blog: Referência à música da Ana Carolina 'O avesso dos ponteiros'.