Seis bilhões de pessoas, seis bilhões de almas, e muitas vezes você ainda consegue se sentir só. Dentre tantos indivíduos como pode um fazer a diferença? Um ser, de fato, o único? Não é coincidência absurda o 'amor da sua vida' aparecer justamente para você no meio de seis bilhões de semelhantes? Ou será que há vários 'amores de nossas vidas'?
É o amor mesmo que nos faz querer alguém? Ou será o sentimento de posse? Tudo não fica muito melhor quando na mão dos outros? Com pessoas o mesmo acontece. Você pode não amar uma pessoa quando 'a possui', no entanto, quando ela se distanciar de você, sempre haverá o incômodo, a sensação: 'Como assim? Algo está fora de ordem'. Aí começa o dilema... O que fazer? Manter-se longe ou recuperar o que, até então, era seu, mesmo que por um simples capricho. O 'escorregar das mãos' é o que mais afeta, o que mais é sentido.
É aí que as coisas se confrontam. O amor não é egoísta. O amor é entrega, é doação. Uma relação é sim, é individualista, não há a preocupação com a outra parte, somente com si, só querem saber se não terão que ceder, se terão a SUA liberdade, se não prejudicará as SUAS ambições pessoais, etc.
Visão um tanto quanto pessimista, não? Talvez por isso que eu ache até mais importante do que o ‘amor’, a atração. A atração também é egoísta, ela só quer saciar, satisfazer, assim como uma relação.
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