Egoístas.
Nunca sequer sentiram uma minúscula ponta da chama que é o amor invadir e entrar n’alma e, ainda assim, ousam culpá-lo pelo seu estado deprimente – ou deprimido.
A doação de alma é confundida com a pseudo-necessidade-vulgo-carência de ter companhia para ir ao cinema nos finais de semana.
O tremor que vem de dentro percorre cada veia, cada ateria, cada pequena parte do seu corpo tem o mesmo efeito que o vento dos dias frios.
Levianos.
Julgam amar aquele ser que é esquecido, após saídas e novos encontros.
Dizem sentir falta. Falta essa que é saciada com um novo corpo, uma nova alma.
Têm como certo o vazio que lhes corrói. Prezam o ‘estar acompanhado’, enquanto só aumentam sua solidão.
Acham-se no direito de tomar espaços, causar estragos, mudar vidas. Pela simples satisfação de um capricho.
Ingratos.
Perdem momentos, vidas, paixões, desejos. Pensam que estão vivendo. Mentira. Morrem cada dia mais e mais. Ao final de tudo, nada restará. Nem eles.
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