quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Se lembra quando a gente pensou um dia acreditar que tudo era pra sempre?

A nostalgia se faz presente em cada minúscula parte de mim, enquanto a dor é quase palpável e o tempo? Bem, o tempo é cada vez menor. Saudosismo de tudo que é. De tudo que foi. Medo do que será. Do que não será.
O incerto almejado por dois longos anos foi, nesse último, esquecido. Talvez por uma experiência única de estar num local e sentir-se pertecente daquilo. Talvez por covardia. De qualquer maneira, o instante torna-se importante, indispensável. Necessário. O riso, as piadas, as conversas, os momentos de carinho e preocupação. O ‘para sempre’ que parecia nunca acabar está com os dias contados. O receio de tudo que está por vir é insuportável. Dói.



Alguém para o mundo que eu quero descer? Ou melhor, parem o mundo pra eu ficar.

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