sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Eu queria aquilo. Eu queria ser aquilo! Significar aquilo. Ter a prioridade, o carinho, a ternura e a consideração. Por mais que tivesse o desejo e a vontade, não era o que procurava. Eu queria o amigo, não a pessoa. E isso eu não tinha. Nem talvez nunca viesse a ter. E o que tinha para me oferecer não me supria. Não, mesmo. Daquela forma não servia. De nada valia. A vontade e o desejo que, normalmente, é tão querido seria largado, desperdiçado. E não havia nada para ser feito que pudesse evitar. Seria assim e ponto final. Pior é a sensação que, involuntariamente, vem ao ver gestos de amizade com outras pessoas. Parece ser o que não é. Todos pensam que é, mas não é. E eu não ligo. Eu posso não saber ao certo o que quero, mas sei que não é o que tenho. Talvez nem seja o que eu dissera, talvez eu não queira nada. Ou tudo.

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