quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Até onde a conduta é perfeita? Até onde não corremos para o perigo?
O não poder atiça, estimula. Isso me assusta. A vontade de ir em direção ao novo, ao erro pode ser muito maior do que a vontade de fazer tudo certo.
Não, não pode ser assim. Não pode! (Droga! Se pudesse seria tão mais fácil!... Afinal, se pudesse eu nem perderia meu tempo ocupando minha cabeça com tal assunto).
As coisas são como são, e assim devem permanecer. Simples assim.

Alguém me diz como situações tão bizarras podem acontecer com uma mesma pessoa?
Eu não entendo. Não mesmo. Parece que estão me testando, sempre me pondo a prova. Esperando qualquer impulso errado e, então, ter a certeza que não sou tão correta assim. Já digo: Não sou correta. A perfeita e virtuosa que faz a cabeça de tanta gente simplesmente não existe. Não mesmo, no entanto, ESSE ERRO eu não vou cometer. É além da minha capacidade de errar. É, sim.

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