Nunca fui de paixonites ou amores passageiros. Ou melhor, nunca fui de paixões, paixonites, amores passageiros ou não. Talvez por ter lido e assistido tantas histórias, simplesmente desprezei a vida real. Tudo era pouco. Tudo é pouco.
Estranhos e não tão estranhos acham que é frieza, insensibilidade e até mesmo vergonha. Errados... Pelo menos quanto a ‘vergonha’. Acho que não teria problema nenhum em gostar, só me falta alguém para tal. Tá certo que nunca fui fã de contatos físicos, mas isso poderia mudar. Ou não poderia?
Medo do que vem acontecendo, medo do que vai acontecer. Ou do que não vai.
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